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Seriedade e respeito naquilo que faz

Mais uma invasão de terreno em Miguel Alves

Informando com responsabilidade
Informando com responsabilidade

O ano de 2017 chegou com uma nova moda em Miguel Alves que é a invasão de terrenos na periferia da cidade, por suposto ´grupo de”sem teto”, que contam com o apoio de pessoas e de entidades ligadas aos movimentos sociais.

Na semana passada foi invadido o terreno Morro do Urubu, no bairro Mangueirão. Nesta semana foi registrada uma nova invasão, numa área de descartes do lixo recolhido na cidade – o terreno do Lixão que pertence à prefeitura, que fica  nas medições do bairro Forquilha, às margens da PI 112. O terreno já está sendo todo demarcado, gerando um problema para a coleta de lixo da cidade, além do risco para a saúde dos pretensos moradores.

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Foto: Richarle Tuira

Não sabemos ainda se o grupo que invadiu o lixão é o mesmo que ocupou o Morro do Urubu, mas o que se sabe é que existem pessoas envolvidas que já têm casa e estão lá com o fino interesse de ganhar um terreno. Neste caso cabe aos líderes do movimento impedir que isso aconteça e só aceitar no movimento pessoas que comprovadamente não tenha casa própria, através da criação de um banco de dados com informações precisa sobre as famílias envolvidas.

Consequências:

Pelo visto, Miguel Alves está entrando num processo de favelização, que leva a cidade a um crescimento desordenado e precário. Esse processo obriga a prefeitura municipal  a tomar medidas  que vão lhe custar caro, como por exemplo: providenciar a aquisição e regularização do imóvel junto aos proprietários, em casos de terrenos particulares; adotar critérios para assentar as famílias, implantar um projeto habitacional e de infra-estrutura – construção de casas, rede de distribuição de energia, sistema de abastecimento de água e pavimentação das ruas para poder dar o mínimo de dignidade possível às famílias, situação ainda muito reclamada, sobretudo nos bairros mais antigos.

Como se não bastasse os problemas antigos e a situação emergencial decretada, instala-se, portanto, uma nova rede de problemas urbanos em Miguel Alves. Desafios para a nova gestão municipal.

Veja a versão da polícia sobre o caso da agressão ao idoso em Miguel Alves

Na manhã desta segunda-feira, a reportagem conseguiu falar com capitão Pedro Moreira, que é comandante da Companhia de União-PI. Segundo Pedro, o vídeo é verdadeiro e as versão dos policiais é a de que estavam fazendo ronda no centro da cidade e avistaram o senhor andando com uma espingarda e um faca na cintura. Deram ordem de parada e em vez de parar adentrou dentro da casa dele e a guarnição entrou atrás, já que estavam em situação de fragrante. “Os policiais disseram que ele investiu contra os policias com a faca e foi usada a força necessária e só entraram na residência por que estava em situação de flagrante, segundo a versão dos policiais” disse o comandante.

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Pedro Moreira disse que não chegou a ver o vídeo e pode afirmar que a forma de abordagem foi correta, mas o comando vai avaliar. Perguntado sobre o nome dos policiais, Pedro Moreira disse que precisava ver a escala. Nesta manhã, enquanto falava com a reportagem, o capitão Pedro Moreira estava no 16º Batalhão para tratar do assunto com o Major Valter Pinto da Costa.

CHOQUE ELETRICO

Sobre o uso do choque elétrico, o capitão disse que na reserva de armamento da Companhia não existe o choque elétrico. “Nós não temos esse tipo de equipamento em nosso Batalhão. Eu não vi no vídeo, mas se tiverem usando, eles adquiriram de forma particular” disse. Perguntado se é legal conseguir equipamento de forma paralelo na polícia, o capitão disse que se sim. “A polícia adota o equipamento não letal, inclusive para não usar arma de fogo. Só temos que verificar se se encontra dento dos padrões adotados pelo Policia Militar e tudo isso a gente vai daqui pra frente” concluiu.

INVESTIGAÇÃO

O capitão Pedro Moreira disse que se houver denúncia e necessidade de apurar, se perceber que dentro do caso ensejar alguma investigação, será aberto procedimento e os policiais serão ouvidos para saber se foi crime, uma transgressão ou apenas uma abordagem normal.

 INVESTIGAÇÃO

O capitão Pedro Moreira disse que se houver denúncia e necessidade de apurar, se perceber que dentro do caso ensejar alguma investigação, será aberto procedimento e os policiais serão ouvidos para saber se foi crime, uma transgressão ou apenas uma abordagem normal.

Fonte: Campo Maior em Foco (campomaioremfoco.com.br) – publicação -16/01/2017

Violência policial em Miguel Alves é mostrada em vídeo nas redes sociais

Circula nas redes sociais um vídeo gravado por populares que registram um ato de violência praticado por policiais militares na cidade de Miguel Alves, no sábado, 14/01. A vítima é um cidadão de 61 anos de idade, residente no bairro Beira Rio, conhecido pela alguma de Catinin.

Segundo comentários que circulam no whatsapp e facebook, Catinin vinha da roça com uma espingarda bate-bucha nas costas. Os policiais militares o seguiram até a sua residência. Chegando lá, tentaram algemar o cidadão que se recusou por entender que não cometer nenhum crime. Foi aí que os dois policiais militares invadiram a residência de Catinin e agiram de forma brutal, dando-lhe tapas e choque elétrico, provocando sangramento na vítima. Após as agressões, a vítima foi conduzida para a delegacia de polícia de Miguel Alves, sendo liberada em seguida.

Ora, ora… Por que tanta agressão por nada? Justifica fazer o que fizeram os dois policiais contra um cidadão indefeso, por mais que ele estivesse errado ao conduzir abertamente uma arma, que diga-se de passagem é um gesto costumeiro no interior. Todo trabalhador rural, todo pescado conduz uma arma, seja uma peixeira ou uma espingarda Lazarina, Juazeiro, as famosas bate-bucha. Enquanto isso, os bandidos deitam e rolam, promovendo assaltos em plena luz do dia na cidade, usando revolver.

Clique e veja o video: https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FDarkuinha%2Fvideos%2F375972932765950%2F&show_text=0&width=400

É uma verdade que dói mas é preciso dizer. A polícia que tem a missão de proteger o cidadão é mesma que o castiga injustamente, em determinados casos, praticados por agentes despreparados.

Elas por elas. Assim é a política. Assim é Miguelaves

admin-ajax2Em muitos municípios onde houveram mudanças no comando político-administrativo, o que se escuta são lamentações recorrentes dos novos prefeitos, acusando os ex-prefeitos de terem deixado as prefeituras falidas,, desorganizadas,”devendo a Deus e ao mundo e as capembas do fundo”, como  dizia Dona Rosa Vieira lá da Santa Júlia. Só conta vantagem e diz que tudo está organizado o prefeito que recebe a prefeitura do seu aliado político. Aí é só alegria!

Assim é a política. Elas por elas. Lá no nosso “Pedacinho de chão” que carinhosamente chamamos  de Miguelave, esta história é recorrente. Quem não lembra do “espaiafate” que foi feito na mídia local e até nacional  há exatos quatro anos pela equipe da prefeita que assumira a prefeitura em janeiro de 2013? Foi um escândalo com direito a um espaço no Fantástico!Tudo destruído, escolas fechadas, prédios públicos com a luz cortada, salários atrasados e mais uma ruma de irregularidades mostradas para quem quis ver.

Foi triste, mas como assim é a política e assim é Miguelaves, a história se repete em situação inversa. Quem antes acusara, hoje é acusada de ter deixado a prefeitura bagunçada, com salário atrasado, sem dinheiro na conta, carros sucateados, precatórios bloqueado e mais um monte de coisas erradas que levaram o novo prefeito a decretar estado de emergência e de calamidade pública no município. “Tá feia a coisa ou será que estão querendo coisar a coisa pra tentar alguma coisa?

Assim é a política. Assim é Miguelaves! Elas por elas. Como dizia dona Rosa Vieira lá da Santa Júlia: “alguém me expilique isso mode eu intender dereito”.

Vereador Vein da FETRAF diz que não apoia invasão de terreno no Mangueirão

Em matéria publicada ontem, terça-feira, 10, sobre a invasão de um terreno no Morro do Urubu, bairro Mangueirão em Miguel Alves, o vereador Vein da FETRAF foi citado por populares como um dos apoiadores da invasão. Na tarde desta quarta-feira, 11, a esposa do vereador, a senhora Naiana Leal,  contestou a matéria, afirmando categoricamente que o vereador Vein  não é um dos apoiadores dessa invasão no Morro do Urubu. Por causa dessa notícia muitas pessoas estão ligando pra sua casa pedindo terreno, mas nós não atendemos esses pedidos porque não temos nada a ver com essa invasão, disse Naiana.20170110_103600

“Antes de ser vereador, o Vein já trabalhava com projetos de construção de casas para beneficiar as famílias dos agricultores familiares, como também na área da saúde. Como vereador, o Vein vai defender na câmara a implantação de projetos   habitacionais no município para atender as famílias que realmente precisam de casa para morar. Esclareceu Naiana Leal, em nome do vereador que se encontra na zona rural do município trabalhando junto às comunidades.